domingo, 18 de setembro de 2011

De tudo, (...) serei atento

Que tudo é esse que devo-me fitar com os olhos arregalados
Sem Fechar
Sem Piscar
Sem Respirar?

Que tudo é esse que não posso deixar solto
A brincar
A Amar
A Odiar?

Que tudo é esse que prendo as minhas pupilas
A vigiar
E vigiar
E vigiar?

Pois fecho os olhos
e deixo-o solto
Que ele venha, que ele vá,

Que apenas volte,
quando assim quiser
Que venha antes da morte
Se assim puder.

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