sábado, 20 de outubro de 2012

Ode ao amor


"De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto


Dele se encante mais meu pensamento.



Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento.




E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama




Eu possa me dizer do amor que tive:

Que não seja imortal, posto que é chama


Mas que seja infinito enquanto dure."


Desatente-se 
O amor é livre, 
Vaga por todas as almas
A procura da felicidade..
Algumas vezes se encontram
Trocam olhares
Sorrisos
Ois
Olás
Perguntam da família
do cachorro
dos amigos
daquele um
daquela uma
Trocam beijos
abraços
amassos
carícias...
E desencontram-se
E por ai se procuram
De alma em alma.
Fugindo da morte
e da solidão.
Que brincam de pega-pega,
Querendo pegar 
O amor
A felicidade

Para sempre assim.
Para sempre amor!