sábado, 12 de junho de 2010

Entitular é o mesmo que Rotular.

Primeira postagem do notebook, super in, cool, mára gaga. Chupa essa manga!
Boom hoje não tenho sentimento estranhos, tirando o costumeiro fogo que agora me acompanha diariamente. Preciso de um bombeiro.
Escuto músicas muito felizes hoje a noite, e mesmo eu não saindo sabe que estou de agrado com meu final de semana. Isso e muito bom, uma experiência de construção de maturidade com sucesso!
Hoje quero deixar claro que: Odeio amigos que não me respondem no tempo limite desejável no msn, isso me estressa.
Mas não vim aqui expressar-me sobre isso, hoje será diferente. Assim como a Quarta é o dia da revolta monster, Sábados losers a noite em casa será o dia de uma discussão mais cabeça.
Prometo fazer um post com uma agenda semanal. Esse post não é lugar pra maiores explicações.
Hoje vi como se inicia a tentativa de fazer a política. Lógico que digo sobre a política no conceito de Ranciére. Afinal Aristóteles e um doido de direita total, burgueisinho metido a besta que serviu apenas pra outros assuntos, não pra dizer o que é política.
É complicado, fiquei calada tentando absorver tudo o que falavam, mas foi bem proveitoso.
Então venho aqui depois da aplicação da teoria e a visão da prática mostrar o que penso sobre esse trambolho que todos fogem chamado política! ( Música de suspense medonha por favor)

POLÍTICA NA VISÂO DE UMA AMANTE DE PRIVADAS E CEMITÈRIOS

Bom, vamos lá, a política nunca é um assunto que reúne todos o brasileiros juntos para ver ela ocorrer e depois comentar, pra isso ela teria que 11 pessoas com roupas iguais corrento atrás de uma bola para acertá-la em uma rede, assim quem acerta mais ganha um troféu dourado. Muito semelhane com algo não?
Sem dizer sobre toda a história política do país, que sinceramente, dá vontade de fugir da política mesmo.
Assim, se já é difícil falar de plitica sem ser ignorado, imagina tentar decifrar o que é política na realidade?
Por isso existem professores de hitória que sabem de tudo sobre o desconhecido.
Ranciére (Jacques para os íntimos) é o autor com quem eu mais me identifiquei na bsca pela resposta sobre o que é a política.
Em uma sociedade nos podemos falar sobre sociedade absoluta e sociedade relativa.
A primeira nome já diz e eu não vou explicar mais que isso porque se você não sabe que é absoluta vai ler um blog de conselhos estéticos ou um dicionário quem sabe.
A segunda,vou dar uma colher de chá e explicar para caso de ter um semi analfabeto na tela é recomendável abrir bem os olhos e ler cadafrae pausadamente: Sociedade relativa, e uma parte do todo, que infelizmente, representa o todo. Um exemplo: em uma sala tem 40 alunos no total (sociedade absoluta), ms em uma sexta feira compareceram 16 (sociedade relativa). Assim os 16 vao representar os 40, e vão ter uma aula normal, como se todos estivessem na sala.
Assim quem falto será prejudicado não? Quem chegou a esse pensamento levante e bata palmas em sua própria homenagem.
Vams agora passar esse exemplo para a sociedade: Em certo bairro temos 600 crianças, mas a escola pública tem caacidade penas para 150. E as outras 450? (quem falar: "uéé, vai pra particular", merece a morte social do mundo pensante) Estas não estavam presentes na contagem do governo de sociedade relativa. E serão prejudicadas propositalmente, mantendo a sociedade nesse estado de calamidade educacional.
Agora vamos pensar objetivamente: um riquinho, nascido em berço de ouro, não necessita de escola pública certo? Então todas as 600 crianças colocadas são de classe baixa (não vem com essa de que é media, "é pobre e pronto"), ou sejaaaa, são 450 crianças de classe baixa deixadas de lado.
Essas excluídas, são chamadas de indivíduo não-identitário. Podemos compará-lo à sociedade grega, onde os escraos não eram considerados cidadãos por nã possuírem logos, u seja o dom de utilizar a palavra na busca de um raciocinio lógico. Em palavras fáceis: O cérebro não interagia co a boca. Sim, dessa maneira mesmo.
Então, os indivíduos não-identitários são justamente aqueles não considerados "utéis" ao governo. E também, pelo próprio motivo de exclusão são considerados aqueles que devem fazer política.
OPA! - você deve estar pensando - Como assim pobre fzendo política? E o governante, não seria ele quem deveria fazer isso??
E ai vai a resposta: NÃO.

Querem saber porquê? Próximo post eu explico.

Saudações históricas a todos!