domingo, 15 de novembro de 2009

quero só um ponto final.

Nesse domingo constipado a realidade cai em minha alma.
O que eu penso ser real, perfeito não passa de um ultraje.
é difícil quando você espera uma amizade, mas descobre que você é segunda opção.
impressionante como o sonho parece anular nossa visão.
Me sinto uma palhaça, que todos utilizam para dar umas boas risadas.
Lixo, ela é.
ela nunca leva a mal, vamos brincar um pouco e levantar o nosso astral.
Até a rima sai idiota agora que percebo que não passo de uma diversão.
Quando eu preciso todos me deixam na mão.
Eles pensam que eu não vejo os olhares que são trocados,
Quando eu falo alguma coisa, ou quando procuro participar.
Tudo Falso! Tudo Falso!
Meu corpo tenta em repetir, pra ver se na segunda eu não volto a fingir.
Sou como um banco velho, que fica na varanda.
Só usam quando todas as cadeira majestosas estão ocupadas.
Ou quando querem alguma coisa pra pisar, assim alcançando o desejado.
E das cadeiras importantes não querem sujar o estofado.
Parece q percebem que o estofado aqui já era. Que sou apenas um banco de madeira velha jogado por aí.
E não importam se não tem nada no lugar pra combinar, agradar.
Já que este banquinho não é usado para se sentar.