domingo, 15 de novembro de 2009

quero só um ponto final.

Nesse domingo constipado a realidade cai em minha alma.
O que eu penso ser real, perfeito não passa de um ultraje.
é difícil quando você espera uma amizade, mas descobre que você é segunda opção.
impressionante como o sonho parece anular nossa visão.
Me sinto uma palhaça, que todos utilizam para dar umas boas risadas.
Lixo, ela é.
ela nunca leva a mal, vamos brincar um pouco e levantar o nosso astral.
Até a rima sai idiota agora que percebo que não passo de uma diversão.
Quando eu preciso todos me deixam na mão.
Eles pensam que eu não vejo os olhares que são trocados,
Quando eu falo alguma coisa, ou quando procuro participar.
Tudo Falso! Tudo Falso!
Meu corpo tenta em repetir, pra ver se na segunda eu não volto a fingir.
Sou como um banco velho, que fica na varanda.
Só usam quando todas as cadeira majestosas estão ocupadas.
Ou quando querem alguma coisa pra pisar, assim alcançando o desejado.
E das cadeiras importantes não querem sujar o estofado.
Parece q percebem que o estofado aqui já era. Que sou apenas um banco de madeira velha jogado por aí.
E não importam se não tem nada no lugar pra combinar, agradar.
Já que este banquinho não é usado para se sentar.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Uma descarga de primeira

Não sei porque fiz esse blog.
Tenho 4 blogs parados, só que meu instinto me diz que dessa vez vai.
Se não for, faço outro.
Curto escrever coisas que são consideradas não aproveitáveis, aquilo que deveriam ir para a privada literalmente.
Mas existe doido pra tudo, inclusive para ler o que eu escrevo.
Bom o que falar no primeiro post?
Deveria ser algo grandioso, pra depois quando o blog agitar eu relembrar, "nossa o primeiro post do blog foi assim assado cozido.. (suspiro)"
Mas acho que minha mente não está capacitada para algo tão importante.
Geralmente eu travo quando me deparo com ações importantes.
Quando levo na brincadeira tudo flui meio que naturalmente.
Acho que por isso vou fazer história, a história flui de acordo com pequenos, ou grande acontecimentos, nada é decisivamente programado.
Olha eu falando o que não interessa a ninguém, me sinto no Faustão tentando responder perguntas mais fúteis que a cor da calcinha de um defunto.
Falando em defunto, vi um hoje.
Encostei o dedo e tudo mais, nada de cara de nojo.Achei muito surreal ver uma pessoa morta na sua frente.
Porque ela está lá, mas não está ao mesmo tempo.
É, deve ser uma sensação esquisita. Tentarei reproduzi-la em minha mente mais tarde.
Isso tá quase virando um diário.
Não me importo, já que cada dia será diferente do outro.
É que eu fico meio nervosa com o primeiro post e tudo mais.
Meu objetivo não é surpreender com palavras belas e sentimentalismo demasiado.
Vou escrever o que vier na cabeça, e fiquem satisfeitos com isso.
Agora acho que meu post acabou. O gostoso da minha sala veio puxar papo.
Safadinha eu né. Pois é, e eu nem sei pra quem eu to falando.
E doida é a vó.